- Unidades + desafio
- 5 + 1
- Quadros inspirados em Feynman
- 15
- Figuras do capítulo
- 17 · completas
- Prática comentada
- 45 questões
Três ferramentas — explore padrões e limites
Calcule a razão do Caso 1, confira falsos positivos de oclusão e compare ondas de entrada e saída. Demonstrações didáticas sem diagnóstico automático.
40 flashcards — relembre e explique
Oito cartões por unidade: mecanismos, aquisição, interpretação e limites.
Simulado — 45 questões comentadas
Cinco questões por unidade e vinte integradoras. Correção ao final no modo prova; tesouras e limpeza individual disponíveis.
Tabelas de consulta — duas tabelas do livro e três sínteses
Tabelas 8.1 e 8.2 traduzidas integralmente. As sínteses autorais organizam os sete casos e os principais diferenciais.
Fonte, notas de fidelidade e bibliografia
Pellerito JS, Polak JF. How to Assess Difficult and Uncommon Carotid Cases. In: Introduction to Vascular Ultrasonography. 7ª ed. Elsevier; 2019. Capítulo 8, págs. 162–182.
As 17 Figuras 8.1–8.17 foram extraídas com todos os painéis, curvas e medidas preservados. A faixa vetorial e as legendas oferecem a tradução em português, com original acessível. As duas tabelas numeradas foram traduzidas integralmente; três sínteses, quadros, questões e cartões são didáticos e autorais.
Notas de fidelidade e diferenças entre as fontes
A Tabela 8.1 reúne sinais diretos e indiretos de oclusão; a 8.2 lista causas de falso positivo. Os sete casos mantêm os valores e desfechos anatômicos do livro. Atualizações AHA, ESC, ESVS e FMD aparecem separadamente no fechamento; decisões terapêuticas do texto de 2019 não foram transformadas em recomendação individual. Os quadros inspirados em Feynman são analogias autorais, não falas atribuídas a ele.
Ver as 27 referências do capítulo original
- Middleton WD, Foley WD, Lawson TL. Color flow Doppler imaging of carotid artery abnormalities. AJR. American Journal of Roentgenology. 1988;150:419–425.
- Erickson SJ, et al. Color Doppler evaluation of arterial stenoses and occlusions involving the neck and thoracic inlet. Radiographics: A Review Publication of the Radiological Society of North America, Inc. 1989;9:389–406.
- Hallam MJ, Reid JM, Cooperberg PL. Color flow Doppler and conventional duplex scanning of the carotid bifurcation: prospective, double-blinded correlative study. AJR. American Journal of Roentgenology. 1989;152:1101–1105.
- Steinke W, Kloetzsch C, Hennerici M. Carotid artery disease assessed by color Doppler flow imaging: correlation with standard Doppler sonography and angiography. AJR. American Journal of Roentgenology. 1998;154:1061–1068.
- Chang YJ, et al. Common carotid artery occlusion: evaluation with duplex sonography. AJNR. 1995;16:1099–1105.
- Lee DH, et al. Duplex and color Doppler flow sonography of occlusion and near occlusion of the carotid artery. AJNR. 1996;17:1267–1274.
- Mattos MA, et al. Identifying total carotid occlusion with colour flow duplex scanning. European Journal of Vascular Surgery. 1992;6:204–210.
- Schievink WI. Spontaneous dissection of the carotid and vertebral arteries. The New England Journal of Medicine. 2001;344:898–906.
- Redekop GJ. Extracranial carotid and vertebral artery dissection: a review. The Canadian Journal of Neurological Sciences. 2008;35:146–152.
- Provenzale JM. Dissection of the internal carotid and vertebral arteries: imaging features. AJR. American Journal of Roentgenology. 1995;165:1099–1104.
- Cottrell ED, Smith LL. Management of uncommon lesions affecting the extracranial vessels. In: Rutherford RB, ed. Vascular Surgery. Vol. II. Philadelphia: WB Saunders; 1995:1622–1636.
- Zielinski T, et al. Persistent dissection of carotid artery in patients operated on for type A acute aortic dissection— carotid ultrasound follow-up. International Journal of Cardiology. 1999;70:133–139.
- Sturzenegger M, et al. Ultrasound findings in carotid artery dissection: analysis of 43 patients. Neurology. 1995; 45:691–698.
- Walker PJ, Sarris GE, Miller DC. Peripheral vascular manifestations of acute aortic dissection. In: Rutherford RB, ed. Vascular Surgery. Vol. II. Philadelphia: WB Saunders; 1995:1087–1102.
- El-Sabrout R, Cooley DA. Extracranial carotid artery aneurysms: Texas Heart Institute experience. Journal of Vascular Surgery. 2000;31:702–712.
- Kuzniec S, et al. Diagnosis of limbs and neck arterial trauma using duplex ultrasonography. Cardiovascular Surgery (London, England). 1998;6:358–366.
- Munera F, et al. Penetrating neck injuries: helical CT angiography for initial evaluation. Radiology. 2000;216:356– 362.
- Takeuchi Y, et al. Differential diagnosis of pulsatile neck masses by Doppler color flow imaging. The Annals of Otology, Rhinology, and Laryngology. 1995;104:633–638.
- Needleman L, Nack TL. Vascular and nonvascular masses. J Vasc Technol. 1994;18:299–306.
- Goldberg BB. Iatrogenic femoral arteriovenous fistula: diagnosis with cold Doppler imaging. Radiology. 1989;170: 749–752.
- Biffl WL, et al. Treatment-related outcomes from blunt cerebrovascular injuries: importance of routine follow-up arteriography. Annals of Surgery. 2002;235:699–706.
- Redekop G, Marotta T, Weill A. Treatment of traumatic aneurysmal and arteriovenous fistulas of the skull base by using endovascular stents. Journal of Neurosurgery. 2001; 95:412–419.
- Moore WS. Vascular Surgery: A Comprehensive Review. 6th ed. Philadelphia: WB Saunders; 1999:142–143, 295, 306–307.
- Van Damme H, Sakalihasan N, Limet R. Fibromuscular dysplasia of the internal carotid artery: personal experience with 13 cases and literature review. Acta Chirurgica Belgica. 1999;99:163–168.
- Stewart MT, et al. The natural history of carotid dysplasia. Journal of Vascular Surgery. 1986;3:305–310.
- Rao AB, et al. Paragangliomas of the head and neck: Radiologic-pathologic correlation. Radiographics: A Review Publication of the Radiological Society of North America, Inc. 1999;19:1605–1632.
- Muhm M, et al. Diagnostic and therapeutic approaches to carotid body tumors: review of 24 patients. Archives of Surgery (Chicago, Ill.: 1960). 1997;132:279–284.
Sumário e recomendações: casos carotídeos difíceis
Primeiro distinga o que foi observado do que foi inferido. A Tabela 8.1 reúne sinais de oclusão; a Tabela 8.2 lembra que cálcio, janela ruim e fluxo lento podem esconder um canal. Uma ACI filiforme com VPS baixa pode ser quase oclusão. Relate lúmen residual e colapso distal; não force uma porcentagem NASCET com referência distal reduzida.
Localize com anatomia e onda. Tardus-parvus carotídeo direito junto de vertebral direita reversa sugere lesão proximal da inominada. Subida sistólica preservada com alta resistência cervical pede investigar saída distal. VPS alta sem placa na curva pode ser kinking; VPS alta no lado oposto a doença grave pode incluir compensação. Siga os ramos da ACE antes de identificá-los como ACI.
Reconheça a assinatura das lesões incomuns. Aba/dupla luz e fluxo distinto sugerem dissecção; saco com colo e vai e vem, pseudoaneurisma; jato artéria-veia com veia arterializada, fístula; colar de contas distal, displasia fibromuscular; massa hipervascular que afasta ACE/ACI, tumor do corpo carotídeo. Confirme extensão e diferencial conforme a pergunta clínica.
O que fontes atuais acrescentam às páginas de 2019
A AHA (2024), declaração científica sobre dissecção cervical, inclui CTA, MRA/MRI, ultrassom e, conforme o caso, angiografia na investigação; a escolha antitrombótica é individualizada. A ESC (2024) distingue quase oclusão com colapso distal da estenose grave habitual ao discutir benefício de revascularização. A ESVS (2023) também trata quase oclusão separadamente. O consenso internacional de displasia fibromuscular (2019) fornece avaliação própria para FMD. São complementos atuais, não falas atribuídas aos autores do livro nem indicação terapêutica individual.
Consulta clínica complementar
Para uma decisão assistencial, consulte a versão institucional atual do UpToDate — avaliação de estenose carotídea e as diretrizes completas acima. O texto proprietário não foi reproduzido; este quadro é uma síntese didática com fontes abertas e datas identificadas.